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caça vazamentos, entupimentos, desentupidora, desentupimentoMatar cupim
O verão é a época em que insetos como cupins, formigas e baratas saem de suas tocas e invadem nossas vidas. Os cupins, por exemplo, trabalham o ano todo, são insetos sociais e possuem hierarquia com reis, rainhas, soldados e operários. Os meses de dezembro a março são os mais críticos, pois é quando eles saem das tocas a fim de acasalar, para depois voltarem para a madeira para formar novas colônias. Na madeira, eles se alimentam da celulose e eliminam o que não é aproveitado, que são aqueles farelinhos. Combater esta praga não é nada fácil. Eles são muito resistentes aos venenos por estarem, muitas vezes, em pontos profundos da madeira e inalcançáveis aos venenos tradicionais. Mas nem tudo está perdido.

Acabar com cupim é a especialidade da nossa equipe de técnicos especializados

Os cupins compreendem aproximadamente 2860 espécies descritas em todo o mundo, sendo que mais de 540 ocorrem na Região Neotropical. Os principais danos causados pelos cupins são consequência da sua capacidade de digerir celulose: são os principais agentes biológicos de degradação de madeira. Todas as espécies de cupins são eusociais (não existem cupins solitários), isto é, possui divisão reprodutiva do trabalho, sobreposição de gerações e cuidado cooperativo da prole. Em termos gerais, pode-se dizer que uma colônia de cupins é constituída por um par real (rei e rainha, os reprodutores da colônia), os operários e soldados (estéreis).

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Uma colônia madura produz alados que serão os futuros reis e rainhas, fundadores de novas colônias depois das revoadas. É durante a revoada que os pares se formam, no vôo ou no solo.

O casal começa então a procurar um local favorável (que depende da espécie em questão), para iniciar uma nova colônia. Uma vez estabelecidos neste local, ocorre a primeira cópula. O par real, depois de fundar a colônia, permanece junto, ocorrendo várias cópulas durante a vida. A maioria das espécies de cupins alimenta-se de materiais de materiais celulósicos (madeira, folhas etc.) ou matéria orgânica do solo (húmus) e desempenham importantes papéis ecológicos no processo de ciclagem de nutrientes, formação e aeração do solo, sendo considerados engenheiros de ecossistema.

Estes insetos estão entre os mais abundantes invertebrados de solo de ecossistemas tropicais. Esta grande abundância dos cupins nos ecossistemas, aliada à existência de diferentes simbiontes, confere a estes insetos a possibilidade de desempenhar papéis como o de "super decompositores" e auxiliares no balanço Carbono-Nitrogênio.

As formas dos ninhos (cupinzeiros ou termiteiros) são bastante diversificadas e vão desde galerias difusas na madeira ou solo, até complexos e grandes ninhos tanto epígios como subterrâneos. Os ninhos as galerias, internamente, são feitas de fezes ou madeira sedimentada com saliva, ou combinação de ambos. Os ninhos são muitas vezes ocupados por muitos outros animais, incluindo outros cupins.

Os verdadeiros termitófilos são animais que vivem juntamente com os cupins, dentro das galerias, como vários besouros da família Staphilinidae. Termitariófilos são animais que usam o cupinzeiro, mas não interagem com os cupins, estão entre eles aranhas, lagartos, ratos, besouros, pássaros, etc.

O termo inquilino é utilizado para outros cupins que utilizam os cupinzeiros construídos por outras espécies.

CUPINZEIROS OU TERMITEIROS

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Revoada de cupins caça vazamentos, entupimentos, desentupidora, desentupimento
A revoada é conhecida pelo público em geral, principalmente na primavera e no verão (no início da estação das chuvas) quando há verdadeiras nuvens de cupins (siriris ou aleluias) voando em torno de pontos luminosos, e embora ainda seja inverno, este fenômeno é essencialmente sazonal, relacionado com as variações climáticas da região, principalmente calor e umidade relativa do ar. Outros fatores ambientais também podem influenciar, tais como, a época (ou a hora) da revoada, como luz, vento, pressão atmosférica, condições elétricas da atmosfera, entre outros. É difícil saber a real influência destes últimos fatores, por serem facilmente mascarados pelos mais óbvios. Há espécies que voam à tardinha, outras à noite.
Geralmente, colônias da mesma espécie em um mesmo lugar revoam no mesmo dia e hora. Pode ocorrer êxodo de alados durante vários dias seguidos. É durante a revoada que os pares se formam ou no vôo ou no solo. Já no solo, ocorre a perda das asas e o par inicia um comportamento chamado de "tandem", quando um segue o outro tocando-o no final do abdome, com antenas e palpos.
O casal começa então a procurar um local favorável (que depende da espécie em questão), para iniciar um novo ninho - a fundação propriamente dita. Aí estabelecidos, ocorre a primeira cópula.
O casal deverá ficar junto até o final da vida, mas pode ocorrer substituição, em caso de morte de um deles. Uma infestação de cupins pode ter origem da revoada. A sobrevivência deles e o sucesso na formação de um novo ninho irão depender da disponibilidade do abrigo.
Os alados de cupins de madeira seca irão procurar por madeira para se abrigarem e formar a colônia. DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA A maioria das espécies de cupins vive nas regiões tropicais e subtropicais, com algumas poucas se estendendo até latitudes mais elevadas, raramente além de 40o norte ou sul. Mais espécies de cupins podem ser encontradas num único hectare de floresta ou savana tropicais do que em toda a América do Norte e Europa juntas.
Cupins podem chegar facilmente ao nono andar de um prédio. PREVENÇÃO DO ATAQUE DE CUPINS - Colocação de telas (20 mesh) para prevenir a entrada de alados nas áreas internas da estrutura. - Uso de madeiras naturalmente mais resistentes.
- Proteção da superfície exterior das madeiras com tintas, vernizes ou outras coberturas apropriadas, com o objetivo de tapar frestas e ranhuras onde os cupins possam se alojar.
- Manter o ambiente com pouca iluminação para não atrair os cupins.
- Fechar as janelas e portas ao perceber revoadas de cupins.

ALGUMAS ESPÉCIES DE CUPINS

caça vazamentos, entupimentos, desentupidora, desentupimento O cupim arbóreo é da Família TERMITIDAE, sub-família NASUTITERMITINA e do Gênero NASUTITERMES sp. São insetos sociais que nidificam em postes, cercas, muros, árvores e atacam madeiras presas à alvenaria ou que mantenham contato direto com o solo. Nas edificações, podem construir túneis ou galerias em componentes como: telhados, paredes, colunas, etc., e alcançar madeiras situadas em pontos isolados do ninho. Além de deteriorar a madeira em uso, são encontrados atacando árvores, nas quais fazem ninhos externos e bem visíveis. São bem diferentes fisicamente dos cupins subterrâneos (Coptotermes), pois enquanto estes são de cor bem clara, os cupins arbóreos (Nasutitermes) são de tonalidade escura, quase preta, além de formarem trilhas e ninhos externos de fácil identificação.